"Livro” Didático: a simplificação e a vulgarização do conhecimento
- 1 de abr. de 2015
- 2 min de leitura

Autor: Maria Lucia Paniago
1ª Edição, 2013
ISBN: 978-85-65999-15-1
Páginas: 96
Preço: R$ 6,50 + FRETE
Orelha: É lugar comum que a educação vive uma enorme crise, que o conjunto do processo educacional vive uma decadência de já várias décadas. Em sala de aula ensina-se cada vez menos; a qualidade da formação dos professores cai tão rapidamente quanto aumenta sua carga de trabalho e diminui seu salário; a sala de aula é cada vez mais espaço de confronto professor versus alunos e cada vez menos espaço pedagógico. Quando se iniciou essa crise na educação? Quais suas causas fundamentais? “Livro” Didático: a simplificação e a vulgarização do conhecimento, de Maria Lucia Paniago, tem o mérito, através de uma pesquisa sobre a involução dos livros didáticos, de mostrar como a crise do complexo educacional se relaciona com a crise do capital e com a crise do Estado. As políticas do Estado para o livro didático são, ao mesmo tempo, expressão e fator de aprofundamento da crise da educação; em outras palavras, a crise que hoje abate a educação é parte da crise mais geral do capital e do seu Estado. Argumenta a autora, com precisão, que não há possibilidade de reforma ou reformulação das políticas voltadas ao livro didático que seja capaz de enfrentar as causas da crise que envolve a sala de aula. Como tais causas residem fora da escola só podem ser enfrentadas por uma mudança revolucionária da sociedade.
Sumário:
Prefácio de Silvia Helena Andrade de Brito
Introdução
Capítulo 1 - O manual didático
1.1 As origens
1.2 O manual didático na escola pública
1.3 O Estado e as políticas públicas voltadas para
o manual didático
1.3.1 Reflexões sobre o Estado capitalista e as políticas públicas
1.3.2 As políticas do Estado
1.3.3 Das políticas públicas do Estado brasileiro para
o manual didático às ações desenvolvidas pela SEMED
de Campo Grande, MS
Capítulo 2 – Os limites do manual didático
2.1 O manual didático como mediador da relação
educativa
2.2 Os limites do manual didático
Considerações finais
Referências Bibliográficas







































































































Comentários